A triste sina do trabalho I

dia_do_trabalho

Hoje pela manhã no meu trabalho fui dar as boas vindas a uns 60 novos funcionários. Outros 60 devem entrar ainda esse mês e muitos mais até o começo do segundo semestre. Devem estar felizes… é sempre bom ter um emprego fixo e na primeira semana a instituição costuma fazer muita propaganda sobre como é maravilhoso e como ela se preocupa conosco. Pena que muito em breve eles vão descobrir que tudo é balela, serão excluídos das decisões mais importantes que dizem respeito ao seu próprio trabalho, serão tratados como gado e a instituição terá com eles a política de desconfiar, acima de tudo, de sua capacidade e de seu caráter.

Querem colocar um ponto eletrônico aqui… poderiam muito bem nos dar uma coleira também, deve ficar mais fácil de rastrear assim. O que importa, afinal de contas, não é o que e como você faz, mas que você esteja no trabalho nos horários devidos, à disposição de quem estiver aqui para mandar em você. E o mais cruel disso tudo, é que o ponto é exclusivamente para menos da metade dos trabalhadores…. ou outros, chefes e chefes em potencial, iluminados de todas as espécies, não precisam. Ora… nunca gastam recursos conosco, e quando resolvem gastar é desse jeito? Muito obrigada, mas eu dispenso!

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Uma resposta para “A triste sina do trabalho I

  1. Pois é, o que importa é estar ali pro que der e vier o quanto mais horas for possível. Briga à vista!

    🙂

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