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Chuva…

Hoje choveu.

Nenhuma novidade no ABC Paulista, mas hoje foi uma chuva diferente. Precisamos ir à Campinas pela manhã e a chuva estava mais forte para aqueles lados. Isso é digno de nota… somente em raras ocasiões o tempo feio vem do interior do Estado para cá.

Fui atendida na Unicamp por uma funcionária que estava de péssimo humor e na volta para Bernardo city, com os pés e mãos encharcados, água no capacete e passando frio, lembrei-me de que hoje é terça-feira! Afinal eu virei o ano, fiquei mais velha, tirei férias, mas as terças-feiras continuam assombradas!

Bem…. são coisas da vida. Cada um com os seus desafios e os meus atualmente são aprender a conviver com a chuva e com as terças-feiras. Eu incluiria a burocracia nessa lista, no entanto, acredito que ninguém deveria se acostumar com as insanidades burocráticas.

Por sorte, mesmo às terças-feiras, o HB está sempre lá … me levou pra almoçar no Mercado Municipal de Sampa hoje, e foi uma passeio delicioso pra uma terça-feira chuvosa antes do trabalho!

Agora, só pra finalizar, a lição do dia: quando você estiver dirigindo um carro ou caminhãona estrada, por favor acenda os faróis quando chover. Isso facilita muito a vida de outros motoristas e especialmente a de motociclistas que recebem a água diretamente no capacete e não possuem limpador de parabrisas. 😉

1 Gigametro em 3 dias!

dsc003301  No último fim de semana, entre sábado e segunda-feira, HB e eu fizemos nossa primeira viagem mais longa de moto. Foram ao todo 17 horas e 1024km. E tudo isso em uma só moto, Camélia – a dama das motos! Uma Lander 2007 azul, linda e guerreira, embora um pouco desconfortável para duas pessoas grandes com nós. E ainda mais com bagagem!

  Fomos bem devagar a parando muito, pois o tanque da Lander, onde só cabem 11 litros, bem como o cansaço, não permitiam avançar mais rápido. Mas tudo bem, tenho a impressão de que de moto não vale a pena correr muito, porque é tão gostoso sentir mais a paisagem. O clima estava ótimo, céu azul e muito sol. Perfeito para o passeio.

  Pegamos inicialmente a Castello Branco, que em termos de chatice só perde para pilotar cruzando Sampa. Aquelas amplas pistas, com poucas curvas e muito espaço aberto em volta pode ser mais fácil, mas também tira muito do encanto de uma viagem de moto.

  Aos poucos fomos saindo do movimento e nos embrenhando pelo interior de São Paulo, rumo ao Paraná. Assim, à media em que os carros e caminhões tornavam-se mais escassos, a estrada foi ficando mais sinuosa e a mata mais próxima do asfalto. Já no sul de São Paulo começamos a cruzar alguns rios que também são vários no Paraná e cujos nomes atiçam nossa curisidade: Rio Invernada e Rio Invernadinha, Rio Cilada, Rio das Mortes…

  Em um certo ponto uma pequena, mas bela queda d’água. Noutro, lajeados e prainha e as pessoas aproveitando o sábado de sol. Muito legal foi uma velha ponte ferroviária, caindo aos pedaços, suspensa no alto e quase incapaz de continuar suspendendo seus dormentes. Pena que perdemos a chance da foto! Impossível olhar pra essa ponte e toda a infreaestrutura ferroviária ao redor e não pensar com tristeza no desperdício de recursos, na irracionalidade e no golpe ao romantismo da vida que foi a opção pelo transporte rodoviário…

    Bem, essa foi nossa primeira viagem juntos. Que venham todas as próximas!

Seguem algumas fotinhos:

 

Na estrada

Na estrada

 

eis o começo da mágica

Pra citar um amigo: eis o começo da mágica

 

 

sei que é brega, mas é lindo!!

sei que é brega, mas é lindo!!